RESENHA VIAGEM AO CENTRO DA TERRA – ESCRITO POR JÚLIO VERNE

A resenha viagem ao centro da Terra conta a história de um menino órfão chamado Axel e seu tio Otto Lidenbrock. A aventura começa na cidade de Hamburgo, na Alemanha.

Viagem ao centro da Terra

A resenha viagem ao centro da Terra conta a história narrada em primeira pessoa por Axel. Onde, o mesmo encontra seu tio Otto, que também é professor de mineralogia, com profunda admiração em um livro escrito por Snorri Sturluson. Tudo começa em um domingo, dia 24 de maio de 1863.

Otto deslumbrado mostra a Axel um manuscrito rúnico com símbolos curiosos, que na verdade, são letras usadas antigamente na Islândia. Completa ainda dizendo que eram letras sagradas, que segundo a tradição, foram inventadas pelo deus Odim.

Durante a conversa, um pergaminho escorrega do livro e surpreende a todos. O mesmo foi escrito em islandês antigo, se tornando um mistério para os dois. Contudo Otto ficou muito instigado para descobrir o significado, não comia, não dormia e apenas vivia para aquilo.

Supuseram duas coisas, primeiro achavam que cada símbolo podia ser trocado por letras do alfabeto atual e depois acharam que era um criptograma com letras embaralhadas. Porém, após um tempo, o professor resolve usar uma lente de aumento e consegue encontrar o nome de Arne Saknussemm, um famoso alquimista do século XVI, além de viajante, que conseguiu com sucesso realizar a viagem ao centro da Terra.

Após determinado tempo, Axel resolve ler a mensagem de trás para frente e descobre o seu significado. Com muito medo de seu tio arriscar a vida e a sua própria também, resolveu manter em segredo e até pensou em queimar o pergaminho.

A descoberta!

Passara um dia e Otto não tirava seus olhos daquele papel velho, e com isso, Axel consequentemente cada vez mais ficava com peso na consciência. O narrador então, cansado da situação, fala a verdade para o professor, e o mesmo em voz alta e muito emocionado lê: “Audacioso viajante, desça à cratera do Yocul de Sneffels, que a sombra do Scartaris vem acariciar antes do início de julho, e chegará ao centro da Terra. Foi o que fiz. Arne Saknussemm”. E foi aí então, que a aventura dos dois começou.

Todos acreditavam que as obras de Saknussemm estavam queimadas pois o mesmo foi perseguido pela Igreja Católica em 1573, adicionalmente, muitos cientistas já haviam vasculhado a ilha, porém nunca conseguiram encontrar pistas, portanto, Otto sabia a riqueza que tinha nas mãos.

No mesmo dia fizeram suas malas, com um termômetro, um manômetro, um cronômetro, duas bússolas, uma luneta, duas lanternas, armas, ferramentas, cordas, remédios e claro alimentos e água.

Mantendo em segredo a descoberta, os dois partiram e passaram então por Kiel, Kasov e Copenhague, a capital da Dinamarca, o qual Otto resolveu levar seu sobrinho para a torre de uma Igreja, pois a saída de seu próximo destino só seria dia 2 de junho. Chegando na torre, Axel se deparou com uma escada enorme ao ar livre, onde seu tio o obrigou a subir e descer por cinco dias seguidos, pois saberia que o pior estaria por vir.

Dia 2 enfim chegou e partiram para mais uma viagem de dez dias, cujo destino final, era finalmente a Islândia. Antes de começar está aventura, o professor contratou um guia chamado Hans Bjelke, um homem de confiança, que lhe foi recomendado.

Rumo ao vulcão

Os três seguiram a rota andando, única forma de se chegar, passaram por inúmeros perrengues, se hospedaram em alguns lugares e finalmente chegaram ao topo do vulcão, onde, o professor prometera que não haveria nenhuma erupção e poderiam entrar tranquilos.

No dia seguinte, o guia à frente e os dois atrás, começaram a descer a cratera chegando no fundo então ao meio-dia, onde, logo avistaram o nome do alquimista em uma rocha.

Após um período de descanso, a raiva estampava o rosto de Otto, pois o céu estava nublado, onde, portanto, não conseguiriam ver a sombra do Scartaris que indicaria qual das três rotas deveriam seguir. Entretanto após três dias o tempo abriu, indicando o caminho do meio.

Seguindo de fato a viagem ao centro da Terra, admiravam as lavas endurecidas que brilhavam com as cores vermelhas e amarelas, ademais tinham uma sensação de temperatura alta que lhes incomodavam e uma preocupação por parte de Axel que a água já estava pela metade, porém Otto seguia sempre com muita esperança.

Percorreram quilômetros e se depararam com dois tuneis, nenhum indicava rastros então Otto escolheu o do Leste para seguir. Tinham a sensação que estavam subindo e não descendo, entretanto nem imaginavam que tinha feito a escolha errada, mas só dariam por vencido quando chegassem ao final.

Dias se passavam e a caminhada continuava, até que se depararam em um beco sem saída, então descansaram e mais tarde se deram conta, que havia apenas um único gole de água. Contudo, foi possível molhar apenas a boca de Axel, que tampouco, não conseguia mais levantar do chão após voltar tudo para trás.

O desespero aperta..

O mesmo pensando racionalmente quis desistir, mas, seu tio afirmou que continuaria sozinho, então Axel decide não o abandonar. Hans toma iniciativa e continua vasculhando o vulcão e enfim consegue dar então, a mais desejada notícia aos dois, havia encontrado um riacho.

Após muitos empecilhos, como, Axel se perdendo no vulcão e desmaiando, falta de alimento e água e muita aventura, eles avistaram dentro de uma caverna um mar sem-fim, ondas, areia fina, conchas, florestas de cogumelos gigantes, árvores em tamanho desproporcionais, ossos de animais já extintos e até esqueletos humanos.

Era como se estivessem em um mundo paralelo. Então, os três viajantes começam a construir uma jangada, para atravessar o mar nomeado como Lidenbrock e já em alto mar, avistaram coisas que jamais puderam ver, como, peixes que em superfície já estavam extintos a milhares de anos e animais gigantes e exóticos, por exemplo um que tinha focinho de golfinho, a cabeça de um lagarto e dentes de crocodilo, entre muitos outros.

Após quase naufragarem umas vinte vezes, devido uma enorme tempestade com animais em fúria, eles finalmente encontraram terra firme.

Otto portanto, entra em desespero, pois sua bússola apontava que voltaram para o ponto de partida. Ele acreditava até que a natureza tinha se conspirado contra ele. Portanto, depois de um certo período andando, encontraram a passagem para o tão esperado centro da Terra, que estava bloqueada por um desabamento de terras…

E para saber mais…

Clique aqui, pois uma jornada impressionante lhes espera!  Será que conseguiram ultrapassar a pedra? O que havia atrás dela? E será que a tão esperada viagem ao centro da Terra teve sucesso?

No link acima é possível encontrar o livro nas opções kindle, capa dura e capa comum. Aproveite a leitura!!

Ademais lhes indico o filme “Viagem ao centro da Terra” que está disponível no Youtube, dividido em 18 capítulos:

E também deixo-lhes um breve resumo da resenha viagem ao centro da Terra que contem spoilers:

Se você se interessou, não deixe de conferir mais resenhas:

www.meucatalogodelivros.com.br

Sobre o autor:

Seu nome inteiro é Jules Gabriel Verne, mais conhecido como Júlio Verne. O autor nasceu dia 8 de fevereiro de 1828 e foi um escritor francês do século XIX, além de precursor da literatura de ficção cientifica. O mesmo publicou em vida 15 obras, sendo suas mais conhecidas: “Vinte Mil Léguas Submarinas”, “Viagem ao Centro da Terra” e “A Volta ao Mundo em Oitenta Dias”.

Júlio era de uma família burguesa, seus pais eram advogados. O pai se chamava Pierre Verne e sua mãe Sophie Allote de la Fuije.

Verne previu em seus livros, muitos avanços científicos posteriores, como a televisão, o helicóptero, o cinema com falas, a vitrola, o gravador, as esteiras rolantes, o ar-condicionado, o avião, viagens espaciais e muitos outros. Para completar, suas obras foram premiadas pela Academia Francesa de Letras.

Livro:

Resenha viagem ao centro da Terra

RESENHA VIAGEM AO CENTRO DA TERRA – ESCRITO POR JÚLIO VERNE
Júlio Verne
Editora: Principis
Ano: 2019
Páginas: 304

                         

2 comentários em “Resenha viagem ao centro da Terra – Escrito por Júlio Verne”

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